Acre: A verdadeira história

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Homenagem a Marcelo Tas.

Enquanto isso em algum lugar no Brasil
Superego Brain: Só me explica uma coisa: De quem foi a ideia estúpida de virmos para o Acre?
Ego Brain: Fomoso convidados por um Senador daqui para sermos os mascotes da candidatura do Acre na Copa do Mundo.
Id Brain: Uma vez eu li na internet que o Acre não existe.
Ego: Claro que o Acre existe Id. Você não pode acreditar em tudo que vê na internet. Assim você se torna uma pessoa automática e sem opinião.
Ego: Cadê o Acre?
Marcelo Tas: Olá meninos, obrigado por terem vindo.
Ego: Marcelo Tas? Você que é o Senardor? Cadê o Acre?
Marcelo Tas: Está ali. Vocês não estão vendo?
Superego: Eu posso ter miopia, mas ali só tem um buraco!
Id: Eu ganhei 10 reais apostando que o Acre não existe. Hahuhauauhau
Marcelo Tas: Mas o Acre existe! Ele apenas foi vendido. Levamos essa farsa há anos porque ninguém vem conferir. Vou contar a história.
Marcelo Tas: O ano era 1955, quando Juscelino Kubitschek anunciou que iria construir a nova capital do Brasil no centro da América do Sul, especificamente no Acre.
Foi quando seu jovem amigo arquivo Oscar Niemeyer, disse ser impossível aconstruir a capital no Acre, devido a densa floresta e a falta de um rio artificial, pois ali só haviam naturais.
A construção de Brasília exatemente no centro do Brasil foi um grande sucesso. Mas faltava algo para Juscelino Kubitchek se realizar. Algo que só se encontrava no outro lado do Oceano.
Um Fusca conversível.
Sabendo disso, Eisenhower, o então presidente dos Estados Unidos, propôs um acordo com JK. Ele lhe daria um fusca conversível em troca de 350 exemplares de queijo de minas.
Eisenhower não conseguiu os queijos. Mas acabou aceitando o Acre no lugar.
Com muita instistência e perseverança que apenas os grandes líderes apresentam, JK então conseguiu o seu grande objetico.
Ego: E o que os EUA fizeram como o Acre?
Marcelo Tas: Nada. Acabaram devolvendo para o Brasil, que vendeu para a Inglaterra em troca da Copa de 58, jogou no Oceano perto da Argentina e rebatizou de Malvinas.
Superego: E porque raios você nos chamou aqui?
Marcelo Tas: A toa. Tinha passagens sobrando.

Comentários em “Acre: A verdadeira história”


  1. 1 Lucas Vilella
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Fratres Brains Omnia vincit.

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